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Vocabulário político para processos estéticos

Enviado por ex0d0, qua, 2016-06-15 10:15


Rio de Janeiro

{livro}

Concebido/catalizado por Cristina Ribas

Com textos de / participação de

Annick Kleizen / Anamalia Ribas / André Basséres / André Luiz Mesquita
Barbara Lito / Beatriz Lemos  / Breno Silva  / Brian Holmes / Bruno Cava
Cecilia Cotrim  / Cristina Ribas
Davi Marcos  / Daniela Mattos
Enrico Rocha / Fernando Monteiro (Das Lutas)
Georgiane Abreu / Giseli Corrêa Vasconcelos / Graziela Kunsch
Hélio Oiticica
Inês Nin / Isabel Ferreira
Jeferson Andrade / Josinaldo Medeiros / Julia Ruiz di Giovanni / Juliana Leal Dorneles
Kadija de Paula
Laura Lima  / Luiza Cilente / Lucas Rodrigues / Lucas Sargentelli
Margit Leisner
Pedro Mendes / Pierre Garcia
Rhr/ Raphi Soifer  / Rodrigo Nunes
Sara Uchoa / Steffania Paola
Tatiana Roque / Tiago Régis

+++ equipe

Concepção, mediação, edição: Cristina Ribas
Produção e edição: Sara Uchoa
Site: Inês Nin
Consultoria: Anamalia Ribas (Psicóloga)
Registro em vídeo e edição: Mariluci Nascimento e Diogo Nascimento
Revisão de textos: Valdiria Thorstenberg
Design: Editora Aplicação
Espaços parceiros: Casa Nuvem e Capacete

{editorial curto}

Para ler em voz alta

Como falar dos processos estéticos que nos transformam em nossos cruzamentos com a política?

Como nossos vocabulários se cruzam uns aos outros o tempo todo?

O Vocabulário político é um projeto que deseja  abrir espaço para falar sobre essas questões. Deseja criar espaço para pensar os cruzamentos e as intersecções no vocabulário que construímos  junto a nossas práticas políticas, artísticas, sociais. O Vocabulário político deseja abrir espaço para falar a partir do que fazemos, e falar a partir do que desejamos fazer. Falar de como criamos e como criamos na política. Não a política como o espaço inacessível do poder, mas a política a partir de nossas vidas e nossas coletividades, em direção a uma política do comum. A estética aqui é proposta como a maneira de acessar os processos de transformação que experienciamos no sensível, a partir do que vivenciamos, percebemos e expressamos, sensibilidade não fechada quando os processos da política estão vivos em nossos corpos. O político do vocabulário é então o espaço de implosão de duas formalizações: uma delas a da individualidade (do falar sozinho, e da autoria) e a outra a da política como espaço que apenas poderíamos acessar com vocabulários específicos ou com formas já conhecidas. Para abrir esse espaço de implosão falar em excesso é produtivo, falar em excesso e ouvir, claro. E colocar-se disponível às ruas, aos encontros, às assembleias, aos momentos que nos desorientam na arte, na política, no trabalho, na vida íntima. É produtivo abrir um espaço de escuta, de disponibilidade para outros assuntos, outras abordagens, outros pontos de vista e outras perspectivas.

Mas a política como espaço de transformação é também o espaço do encontro, da identificação, da sintonia, de ritmanalizações… Pelo desejo de interseccionar nossos vocabulários e fazer encontrar os que tomam parte nessa conversa, na passagem de um espaço para outro – do projeto que aconteceu no Rio para você leitor falante e seus vocabulários – , trabalhamos nos últimos meses na construção de um vocabulário escrito, um para-além-de-um-glossário. O Vocabulário político passa então pelo crivo da escrita como espaço de experimentação de outros espaços de fala, e de outras táticas de intervenção em nossos vocabulários, atravessada por corpos vivos, em composição. O vocabulário de escritas que surgiu deseja participar da leitura em voz alta, e de uma fala mais solta, que encontre o espaço imprevisível do pensamento, que passe para além da configuração das palavras que já significam nossas práticas, para produzir novos ritmos, e para compor com nossas coletivações, sem deixar de abrir outros sentidos em processo, em processamento.

O Vocabulário na sua forma escrita, organizado em ‘entradas’ passou pelas amarras da escrita, do exercício intrínseco e às vezes árduo dos conceitos e dos discursos, que pode recair em estéticas mais formalizantes, aquelas que se aproximam das enciclopédias e dos dicionários. Acessamos essas formalizações para com elas retomar um espaço de fala, de criação. O espaço que o vocabulário quer provocar é, portanto, um vocabular em voz alta como parte de um processo analítico (ouvir a si e ao outro, ouvir outros) e colocar-se a par de como falamos, com quem falamos. Por isso a proposta que trazemos a você(s) leitor-falante é a de ler em voz alta, de abrir junto o espaço de politização dos nossos vocabulários, de composição que, como espaço de experimentação, se faz estético.

O Vocabulário por isso se torna vocabulinário, espaço de promiscuidade da língua, da criação e da política. Espaço de roçamento, de esfregamento dum modo de falar com outro, e dos outros com os outros, e consigo mesmo. Da ideia de que a palavra ocupa o corpo – ou é o corpo todo que ocupa-se das palavras – vem a percepção de um corpo plural, que entre em uma tal ritmanalização constitutiva com nossos processos vitais, sociais, existenciais, criativos.

Cristina Ribas

 

{editorial longo}


2014


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